A pandemia da COVID-19 também trouxe sérios danos colaterais para o meio ambiente. Após cerca de 2 anos do início da pandemia, quase 26.000 toneladas de resíduos plásticos relacionados à COVID, como máscaras e luvas, acabaram no oceano de forma irregular. Deste número, 86,7% (algo em torno de 22,6 mil toneladas) são referentes a lixo hospitalar.

O levantamento foi feito por cientistas da Escola de Ciências Atmosféricas da Universidade de Nanjing, na China, em parceria com o Instituto de Oceanografia Scripps, da Universidade da Califórnia em San Diego, nos EUA.

E, com a nova variante do coronavírus, a Ômicron, o alerta aumenta. A variante já foi detectada em mais de 50 países e tem o “poder” de se espalhar mais rápido. Por isso, é importante que os hospitais e empresa que produz resíduos plásticos relacionados à pandemia estejam atentas quanto à gestão desse lixo.

O que fazer?

Uma forma de garantir resultados eficazes no gerenciamento de resíduos é a contratação de uma empresa específica do segmento e com know-how de mercado, como a Santa Cecília Resíduos, que possui mais de 40 anos de tradição no Rio de Janeiro e é referência no setor.

Além da gestão completa de resíduos, a Santa Cecília oferece todo o suporte de Assessoria Ambiental para a empresa estar em conformidade com todos os órgãos e ainda conseguir benefícios econômicos com uma boa gestão socioambiental.

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