Todos sabem que desde março de 2020 – quando oficialmente começou a pandemia da COVID 19 – grande parte da população mundial passou a exercer suas atividades em casa. O tão sonhado home office e ensino remoto passaram a ser a realidade de muitos.

Mas… aquilo que era algo aparentemente transitório passou a ter um certo ar de permanência. Inicialmente, de acordo com estudos feitos pela UFRJ, a diminuição do número de pessoas nas ruas repercutiu em diminuição da poluição atmosférica, marítima e fluvial. O ar passou a ser mais puro, as praias mais limpas. Seria um sonho? Nem tanto…

Ao mesmo tempo, houve uma mudança de comportamento social gritante. “Novos” resíduos passam a surgir com descarte incorreto. Afinal, quem nunca viu uma máscara na calçada da sua rua?

Ainda em 2020, em setembro, foi publicado um estudo mostrando que esses novos resíduos descartados de forma errada estavam contaminando os oceanos. Isso foi notícia dos principais jornais de todo o mundo.

Além disso, as pessoas começaram a consumir mais. Inclusive existe aquela história de ficar em casa aumenta a fome. Algo que era uma brincadeira passou a efetivamente existir. Houve um aumento considerável no consumo de bebida alcóolica e chegou a 4% o aumento de resíduos domésticos em fevereiro de 2022.

Qual o impacto que isso pode ter? Se analisarmos as atuais políticas públicas sobre descarte correto, reutilização, reuso, reciclagem, vamos verificar que temos ali matérias-primas capazes de originar novos produtos – ou subprodutos.

Inclusive, no atual Plano Diretor da Cidade do Rio de Janeiro, publicado em fevereiro de 2021, há uma preocupação em aplicar medidas que estejam em conformidade a Agenda 2030. É preciso que a sociedade atue junto aos órgãos públicos com medidas simples como separar o lixo, consumir o necessário, educar ambientalmente… Juntos. Sociedade e Estado. Todos somos responsáveis!

Praticamente dois anos se passaram e precisamos fazer a seguinte pergunta: o que posso fazer para ter um consumo consciente? Qual ou quais medidas posso tomar?

Ainda há tempo de mudar para melhor!

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