Um aterro sanitário em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, transforma o gás produzido pelo lixo em energia elétrica. Como isso é possível?

O aterro sanitário em questão, localizado em Nova Iguaçu, recebe todos os dias cinco mil toneladas de lixo, originários de cinco municípios da Baixada. O aterro aproveita todo o latente da decomposição da matéria orgânica do lixo, principalmente de restos de comida, frutas, legumes e verduras. Esse gás é transportado por vários dutos até onde está instalada a maior termelétrica do estado do Rio movida a gás do lixo.  A eletricidade vem da queima do gás, que segue direto pelas linhas de transmissão.  Com isso, é possível abastecer mais de 60 mil residências no município.

“A energia do lixo traz a vantagem de você estar perto do centro de carga de consumidor. Você minimiza trazer energia de uma distância maior que normalmente é muito mais caro”, diz Sérgio Stachini, da Nova Iguaçu Energia.

A Foxx Haztec, empresa parceira da Santa Cecília Resíduos, é administradora do aterro sanitário que fornece o gás produzido pelo lixo para a termelétrica. A empresa também administra o aterro de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, onde uma outra termelétrica movida a gás de lixo será inaugurada no ano que vem.

“Essa tecnologia faz que o aterro se torne bioenergético. Com isso você reduz para numa planta como essa aproximadamente 70 mil toneladas de gás carbônico por mês, o que representa a geração de 45 mil carros por mês ou o plantio de 500 mil árvores por mês”, diz Milton Pilão Júnior, presidente da Foxx Haztec.

Leia o artigo de André Trigueiros, na íntegra aqui.

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